A doença do mofo branco, bastante conhecida por atacar as culturas de feijão, recentemente tem atingido também a cultura da soja e algodão, exigindo atenção dos agricultores. A Ihara, fabricante de defensivos agrícolas atuando há mais de 40 anos no mercado, desenvolveu produtos específicos para combate e prevenção, com resultados positivos contra o Mofo Branco.
É uma doença causada pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum, que ataca inúmeras espécies vegetais, especialmente girassol, algodão, batata, tomate, ervilha, feijão e soja. Existem mais de 400 hospedeiros suscetíveis à doença. O fungo pode atacar o caule e as folhas, destruindo a planta inteira e depende de temperaturas amenas e umidade (chuvas freqüentes) para se proliferar. “A doença afeta em cheio a formação dos grãos e as perdas na produtividade podem chegar a 60%. O controle químico da doença é difícil e deve ser bem dirigido, pois o fungo se localiza principalmente na parte inferior da planta, o chamado baixeiro, e o fungicida, muitas vezes, não consegue chegar ao local. Como o fungo é de difícil controle e pode ficar no solo por até cinco anos, é importante apostar na rotação de culturas e no controle biológico”, explica o engenheiro agrônomo Renato Caetano Leal, consultor da Cooperativa Agrícola Serra dos Cristais (Coacris).
Os danos causados pelo Mofo Branco são inúmeros, tais como a perda de produtividade e de qualidade do grão ou fruto, inviabilidade na produção de sementes e infestação da área por longos períodos, já que sua estrutura de resistência permanece no solo por um tempo superior a 15 anos.
Segundo a pesquisadora Mônica Martins, da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a alta umidade e as temperaturas amenas, aliadas à altitude de mais de 800 metros, criam um ambiente favorável para a proliferação da doença nesta safra. “O mofo branco é preocupante porque ele pode se abrigar em cerca de 400 espécies diferentes de plantas. Além disso, desenvolveu uma ‘resistência’ tal, que permite que ele sobreviva no solo por até 15 anos. As máquinas e implementos agrícolas contaminados, além de sementes não beneficiadas e de qualidade duvidosa podem ser meios de disseminação da doença”, alerta a pesquisadora.
A Ihara investiu no desenvolvimento das melhores opções de tratamento de controle químico com os fungicidas Sumilex e Cercobin*.
Devido à agressividade do Mofo Branco e seu difícil controle, a doença está se tornando uma das grandes preocupações dos agricultores brasileiros. Existem algumas ações para controlar e prevenir a doença. “Algumas sugestões são utilizar sementes de alta qualidade, livres do fungo e tratadas com fungicidas específicos, como o Sumilex e Cercobin. É necessário realizar rotação de cultura com gramíneas (milho, trigo, cana, pastagens, entre outros), pois as espécies desta família vegetal não hospedam a doença”, completa o engenheiro agrônomo da Ihara Fabrício Pedrosa Pacheco.
Agricultores recomendam Sumilex e Cercobin
Agricultores que utilizam o Sumilex e o Cercobin da Ihara, recomendam o uso de maneira preventiva, como o produtor Glauston Três, proprietário de 700 hectares em Cristalina (GO), que utiliza os produtos de maneira preventiva há mais de 4 anos. “Uso produtos da Ihara há mais tempo, mas tenho utilizado Sumilex e Cercobin preventivamente nas culturas de soja e feijão. Os resultados são satisfatórios e tenho aproveitado mais as áreas plantadas, com menos perdas”, afirma Três.
O agricultor Fábio Ricardi, proprietário de 20 mil hectares distribuídos por Riachão das Neves (Bahia), Itaperatins e Colinas (Tocantins) e Carolina (Maranhão) utiliza o Cercobin há muito tempo. "Todo mundo conhece e usa o Cercobin e isso que dá segurança para continuarmos usando”, afirma o agricultor que produz em suas terras, soja, algodão, milho e feijão.
Presidente da Coodepa (Cooperativa de Desenvolvimento e Produção Agropecuária) e proprietário de 1.200 hectares no Paraná, João Bernardin afirma: "Utilizo todos os produtos da Ihara e recomendo, porque se é bom para mim será bom para os outros produtores também”. Para combater e prevenir o Mofo Branco em suas plantações de soja, milho, feijão, trigo e cevada, Bernardin utiliza o Sumilex e o Cercobin.
Já o agricultor Jelson Bedin, também de Cristalina (GO) utilizou Cercobin para impedir a propagação do Mofo Branco nos seus 1.080 hectares de plantação de soja. “Este ano houve um aumento na infestação, mas consegui um resultado positivo com o Cercobin que segurou a doença e evitou uma perda maior na plantação”, atesta Sr. Bedin.
*nota: Sumilex e Cercobin estão em fase de registro para mofo branco na cultura da soja.
Mais informações: www.ihara.com.br