Um grupo de pecuaristas e médicos veterinários do Paraguai e Argentina visitaram fazendas leiteiras na região de Castro (PR), acompanhados pela consultora internacional da CRI Genética, Connie Córdoba. O objetivo da comitiva foi conhecer os manejos e sistemas de produção brasileiros e aplicar em seus respectivos países.
Segundo Connie, na Argentina a maioria dos produtores leiteiros tem o gado a pasto ou em um sistema de piquet dry lot. “Esse sistema funcionou por algum tempo, mas agora é preciso construir algum tipo de galpão mais eficiente e a região de Castro tem diversos exemplos de compost barns, free stall com robô e freestall com sala de ordenha convencional, que são bem geridos”, diz.
“Cada fazenda contava com um tipo de manejo e estrutura diferentes, o que foi muito bom para os produtores verem. Eles ficaram impressionados com a gestão das fazendas, a abertura dos produtores para falar dos detalhes de manejo e econômicos, e do tempo que eles nos dedicaram. Com certeza trouxeram muitas informações de volta para suas fazendas”, ressalta Connie.
Para Bruno Scarpa, gerente de produto leite da CRI Genética, a pecuária leiteira no Brasil passa por um processo de evolução e reorganização dos sistemas de produção. Isso pelas novas tecnologias e novas ferramentas de mensuração, gestão e análise de dados. “A região de Castro é referência não só para os produtores brasileiros, mas também para produtores ao redor do mundo. Nós da CRI Genética acreditamos que esse intercâmbio de informações e experiências é fundamental para que tenhamos sucesso na produção de leite, fazendo isso com a menor quantidade de erros possíveis”, explica.
“A tomada de decisão sobre qual sistema de produção adotar fica muito mais assertiva quando visitadas inúmeras outras fazendas que já possuem esses sistemas implantados. Assim se conhece todos os prós e contras de cada um, identificamos qual o que mais se enquadra para cada propriedade e não cometemos erros que outros parceiros produtores podem já ter identificado e solucionado. Isso com certeza faz o projeto, seja ele qual for, ser mais rentável”, finalize Scarpa.
Sobre a CRI
A CRI Genética Brasil é uma das empresas líderes no segmento de inseminação artificial (IA) no Brasil, e atua com foco na venda de qualidade genética nas raças taurinas e zebuínas voltadas para a produção de leite e carne. Como subsidiária da Cooperative Resources International, segue a mesma filosofia da matriz americana: entregar excelência, inovação e valores por meio dos produtos e serviços oferecidos a seus clientes. Estabelecida no Brasil desde junho de 2005, a CRI traz para o país a genética dos melhores touros americanos - com destaque para as raças Holandês, Jersey e Angus - e segue a mesma linha na seleção das raças zebuínas, com foco na produção, na fertilidade e na busca de uma genética diferenciada. Sediada em São Carlos (SP), possui filiais nas cidades de Belo Horizonte (MG), Castro (PR), Goiânia (GO) e Porto Alegre (RS).
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